quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Dhí&Negócios do AUTOMOBILISMO !


Piquet volta a Interlagos
Por Luis Máximo Morelo











Uma forma de sedimentar o presente e inspirar o futuro é não esquecer o passado. Quem foi a Interlagos assistir ao Grande Prêmio do Brasil de F1 teve uma surpresa: a volta que Nélson Piquet pelos 4.309 mil metros do autódromo José Carlos Pace com seu Brabham BT-49C, modelo que competiu no mundial de 1981 e conquistou seu primeiro campeonato, fez com que o público nas arquibancadas dessem uma volta ao passado. Uma justa homenagem ao tricampeão, que celebra em 2011 os 30 anos do título conquistado nas ruas de Las Vegas.



Nelson Piquet pilota Brabham, emociona Interlagos e homenageia o Vasco


Sem chuva, sem um adversário à altura dos carros da RBR e sem um piloto brasileiro carismático, o GP Brasil de 2011 será lembrado pela homenagem a Nelson Piquet, que levantou o público de Interlagos ao dar 4 voltas no circuito para comemorar os 30 anos da conquista de seu primeiro título mundial.
Na última volta, a bordo do Brabham-Ford de 1981, Piquet sacou uma bandeira do Vasco, mexendo ainda mais com o público. Gritos, aplausos, vaias, piadas: a passagem do tricampeão mundial agitou Interlagos de uma forma que nenhum piloto da atualidade conseguiu fazer, uma hora depois, na última prova da temporada.
Um pouco antes de Piquet dar suas voltas pelo circuito, todos os pilotos desfilaram em carro aberto. É uma cena que faz parte do ritual das corridas de F-1. 

Foram aplaudidos, é verdade, mas muito menos do que o tricampeão mundial.
Com o carro histórico, Piquet conquistou o seu primeiro título mundial em 1981 e subiu três vezes ao ponto mais alto do pódio vencendo os Grandes Prêmios de Argentina, San Marino e Alemanha, além de ter largado três vezes na pole position. A homenagem contou com as presenças de ex-membros da Brabham como Bernie Ecclestone (dono), Herbie Blash (chefe de equipe), Charles Whiting (chefe dos mecânicos) e Nigel De Strayter (mecânico).





Depois de dar a volta em Interlagos com o Brabham, Nelsão vai recuperou o fôlego – afinal, ele já está na porta de ser um sessentão – e apareceu no final do Grande Prêmio para dar a bandeirada da vitória. Uma sensação diferente para quem ganhou dois Grandes Prêmios do Brasil, em 1983 e 1986. Na verdade (e na pista), ele venceu três. A estatística da F1 não conta a vitória em 1982 porque a federação desclassificou-o daquela corrida muito tempo depois que ele recebeu a quadriculada.
Curiosamente, na Fórmula 1, Piquet competiu mais em Jacarepaguá do que em Interlagos. Dos 13 GPs do Brasil que disputou, apenas quatro foram na pista paulista (1979, 1980, 1990 e 1991).




Colocar um F1 que fez história para o Brasil para acelerar em Interlagos antes do GP não é novidade. Ano passado, o público foi brindado com o desfile em alta velocidade da Lotus 72D, que deu o primeiro título mundial a um piloto brasileiro. No cockpit? O próprio! O bicampeão Emerson Fittipaldi!


Mais alguns anos atrás, mais precisamente em 2004, Bruno Senna acelerou a Lotus 97T, que seu tio Ayrton competiu na temporada de 1985 e conquistou sua primeira vitória na categoria.
É bacana esse merecido resgate que é feito com importantes pilotos brasileiros. E essa volta ao passado nada tem a ver com o jejum de títulos do Brasil na F1 – o último completou 20 anos no mês passado. É claro que é uma situação desconfortável. Afinal de líder de títulos mundiais até bem pouco tempo atrás, o Brasil foi ultrapassado – sem Kers ou asa móvel – por Inglaterra e Alemanha.
Vamos deixar a emoção de lado e analisar o cenário. A verdade é que fomos mal acostumados por anos a fio. Culpa (no bom sentido, é claro!) de Emerson, Nélson e Ayrton. Não é sempre que se ganha um mundial na Fórmula 1.
Vamos dar uma espiada no topo do ranking de países com títulos na F1. Começamos pela Alemanha, país do fenômeno Sebastian Vettel. Os germânicos levaram 44 anos para conquistar seu primeiro título, que veio com Michael Schumacher em 1994. Com os mesmos nove títulos da Alemanha, a Inglaterra passou por um jejum de 16 anos. Em quarto lugar no ranking estão Argentina, que não conquista um mundial há 54 anos, e Escócia, que não levanta um caneco há 38 anos. Países com tradição no automobilismo também passam por jejum: a Itália não vence um campeonato de F1 há 58 anos; já a França, que venceu seu último mundial com Alain Prost em 1993, ficou 35 anos para conquistar seu primeiro título.
Como já escrevi, ficar sem ganhar um mundial é uma situação desconfortável, mas não é o fim do mundo. É importante destacar que, nesse período de “vacas magras”, pilotos brasileiros conquistaram 30 vitórias e disputaram títulos. Não há receita para o nosso país voltar a ter um campeão na F1. Porém, é preciso atender a um requisito para continuar a sonhar: o investimento na base é fundamental para mantermos a esperança no futuro.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Noite Afrociberdélica com Banda Aláfia - 10/12


Para fechar 2011 com chave de ouro, a Chica Chica Bum em conjunto com a Criolina, traz ao palco do Tapas, a banda Aláfia para mais um ritual afrociberdélico.






A banda, formada por Eduardo Brechó e Jairo Pereira exibe sonoridades com fortes influências da música africana, porém não se prende a um único ritmo, pois, como o próprio nome sugere, Aláfia está aberto para toda a musicalidade exposta no mundo. 
Ainda teremos participação especial, com a banda, de Thiago Beats e Slim Rimografia.


Completando a noite, as Djs residentes Haru e Ju Salty recebem os convidados Kito, Luis Valente (Vinyl Land - BH) & Pedro Pinhel (www.originalpinheirosstyle.com.br), que misturam afrobeats, soul, funk, latinidades e outras batucadas do mundo tudo no vinil.


A Chica Chica Bum, produzida pelas DJs e colecionadoras de vinis, Ju Salty e Haru (Prila Paiva), fomenta há um ano a noite paulistana unindo artes visuais, dança e música com fortes influências das culturas afrodescendentes.


A Criolina, que desde 2005 acontece em Brasília, já foi considerada a maior festa black do Brasil e hoje é aclamada internacionalmente pela digna proposta de disseminar a música dançante do mundo. 


Aláfia significa caminhos abertos! É o que desejamos a todos para o próximo ano.
Vamos curtir, dançar, relaxar e celebrar!
O Aláfia é composto pelos integrantes:


Eduardo Brechó 
Jairo Pereira 
Xênia França 
Lucas Cirilo 
Julio Feijuca 
Alysson Bruno
Gabriel Catanzaro
Pipo Pegoraro
Filipe Gomez
Gus Duarte


Chica Chica Bum + Criolina + Banda Aláfia


DJS: Haru , Ju Salty, Kito, Luis Valente (Vinyl Land - BH), Pedro Pinhel (originalpinheirosstyle) 
Banda: Aláfia 
Quando: 10/12 (Sábado)
Onde: Tapas Club (www.tapasclub.com.br)
Rua Augusta,1246
Fone:2574.1444
R$ 15 de entrada ou R$ 40 de consumação na porta 
ou
R$ 10 de entrada ou R$ 30 de consumação na lista@chicachicabum.com.br

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dhí$&"Pesos!" MARTE (Balanças de Precisão)


olá! hoje vamos mostrar uma empresa que se mantém no mercado desde 1950; que já enfrentou crises econômicas em nosso país e soube superar com criatividade, eficiência e inovação!



muito obrigado pela visita!
gRANDe abraço!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dhí&Entretenimento GAMES ON

mesmo que alguns jogos eletrônicos sejam um pouco... "de luta e tudo o mais", vale a confraternização entre pais e filhos... o desejo de que, na vida real, tudo aconteça em paz!
por isso:
paz com tudo, tudo com paz, agora e sempre!
bom divertimento!




olha só: as crianças de hoje parecem "nascer" sabendo tudo sobre celulares, computadores e os games, é claro! ... eu conversei com uma mãe que vê o lado bom disso...

muito obrigado pela visita!
gRANDe abraço!


Dhí$&Negócios do bem: ARMARINHOS FERNANDO


estamos naquela que é considerada o maior centro comercial da América Latina: a rua 25 de março! Seu Ondamar conhece bem a região, afinal, é gerente aqui, há quantos anos , mesmo?



a loja em que Seu Ondamar trabalha começou na década de 50 nesta rua já movimentada, o fundador veio de Portugal em busca de uma vida melhor


muito obrigado pela visita!
gRANDe abraço!

Dhí&N do Automobilismo PAUL NEWMAN – PAIXÃO PELAS CORRIDAS

por Luis Máximo Morelo


Paul Leonard Newman, nasceu em Shaker Heights no dia 26 de janeiro de 1925 e começou a trabalhar como ator profissional desde 1951. Ele sempre dizia que aprendeu somente a representar e que quando completasse 90 anos de idade teria aprendido a pilotar. 




Modéstia à parte, Paul Newman era assim mesmo. Frase, com efeito, que se esperava de um grande ator, a sua determinação e coragem eram velhas conhecidas de quem convivia com ele nos sets de filmagem e nas pistas de corrida. 






E ele começou a correr numa idade em que muitos pilotos já encerraram a carreira; aos 42 anos. Poucas vezes deixou os trabalhos mais perigosos nos filmes para “doublés”, fazia questão de aprender os “macetes” exiigidos por carro e pista e pisou fundo durante as filmagens de Winning (no Brasil – 500 Milhas). Foi amor á primeira acelerada. Antes interessado pelas corridas apenas como torcedor comum, passou a ser um frequentador dos boxes e começou a perguntar. E perguntou sobre câmbio, aerofólios, sistema de injeção de combustível, bloco de motor, pistões, freadas, tangências e tudo mais que um piloto deve aprender para entrar na pista, tocar forte e não ser surpreendido por uma curva que chega antes do tempo.



Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 7060 Hollywood Boulevard. Newman atuou em cerca de 60 filmes.

Começou a pilotar nas categorias mais lentas do Campeonato Nacional de Automóveis Esportivos e rapidamente foi para a classe GT-1, onde foi tricampeão entre 1977 e 1985. Também disputou provas pela categoria Trans-Am e sempre acompanhava de perto as provas da F-Indy. Era um dos donos da equipe Newman/Hass. Entãp vinha a inevitável pergunta: e o cinema? 


1979- conseguiu um segundo lugar na categoria esporte das 24 Horas de Le Mans com um Porsche 935.


No começo dos anos de 1980, ele já dizia que: “correr é a melhor forma que conheço de escapar de todo lixo de Hollywood”. Com o tempo rigorosamente dividido, Paul Newman tinha tempo somente para os filmes que lhe davem prazer, de preferência aqueles que podia dirigir. Nas corridas sempre chegava ao final, revelando o estilo da “finesse”, desprezando a brutalidade dos pés de chumbo. E nem poderia ser diferente, era só olhar no retrovisor e ver os pilotos que poderiam ser seus netos. 


Aos 70 anos, foi o mais velho piloto a vencer uma corrida de prestígio, ao fazer parte do time de pilotos do carro que venceu às 24 Horas de Daytona de 1995.


Paul Newman sofreu dois acidentes sérios, um na pista de Riverside, Califórnia e outro em Moroso, na Flórida. Escapou sem ferimentos. Esbanjava saúde, mas era difícil manter as forma e ainda dividir o tempo com outra profissão arriscada. Será que isso o preocupava? Ele respondia que: “acho que um piloto nato pode voltar a adquirir a prática rapidamente, mas não outros que, como eu, que tem conseguido competir, não na base de um grande talento, e, sim graças a muita obstinação; para nós, recuperar a forma exige um pouco mais de trabalho”. E ele se cuidava. Fazia exercícios diários em sua sala de ginástica, pedalava a bicicleta ergométrica e gostava de fazer Cooper. Para conservar o rosto cinematográfico, tinha o habito de mergulhá-lo no gelo. Tudo era necessário, porque não eram apenas a filmagens e corridas que tomavam conta da vida de Paul Newman. 




Ele desenvolvia também uma atividade filantrópica. Além de criar, também dirigia a Fundação Scott Newman, que até hoje ajuda a combater às drogas, em memória de seu único filho homem (Scott morreu aos 28 anos). O dinheiro da fundação sai dos lucros gerados pelos produtos com a marca Newman’s Own. Ele também se engajava de campanhas de ajuda e até hoje o dinheiro de seus produtos é destinado para instituições como o American Ballet Theatre, Fundação Americana para a Pesquisa da AIDS, Preservação do Central Park de New York e outras. 


Christian Fittipaldi, ele foi piloto do time de Paul Newman de 1996 a 2002


Com tantas atividades e como ostentava o mais legitimo sucesso em tudo o que fazia, Paul Newman poderia ser um chato, um astro agressivo e que se acharia um merecedor de privilégios. Nada disso. No boxe, gostava de ser tratado como um piloto, e apenas isso. Seu interesse estava nos carros e não gostava que lhe dessem atenção especial. Ele amava realmente a força da velocidade e essa atração não tinha nada a ver com os motivos da maioria das pessoas que se dedica ao automobilismo. Paul Newman nunca precisou do dinheiro dado ao vencedor de cada prova e nem da fama que esse primeiro lugar lhe conferia. Correr, para ele, era algo ligado ao seu íntimo e a resposta a isso era a alegria natural de quem doma uma máquina veloz. Ao sair de seu carro após uma corrida, o rosto enrugado, cabelos brancos molhados de suor... ele tirava o capacete azul e mais uma vez enfrentava os repórteres. E mais uma vez respondia: “enquanto eu não ficar com medo de pisar fundo, vou continuar”.






Em 2006 o ator, diretor e piloto Paul Newman realizou seu último trabalho para o cinema, a animação “Carros”, da Pixar, em que dublou o personagem Doc Hudson.






Paul Newman ex-fumante inveterado, padeceu por muito tempo de câncer no pulmão. Em agosto de 2008, após encerrar as sessões de quimioterapia contra o câncer, foi informado que teria poucas semanas de vida e pediu aos médicos e a seus familiares para deixar o hospital e ser levado á sua casa, em Westport, no estado americano de Connecticut, onde morreu em 26 de setembro de 2008.




muito obrigado pela visita!
cuide bem da saúde com ações e alimentação saudáveis!
gRANDe abraço!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Dhí&Negócios do Automobilismo - GREG MOORE

JOVEM DEMAIS PARA MORRER
por Luis Máximo Morelo











Eu me lembro, eu me lembro muito bem!



Era o dia 10 de maio de 1998, GP do Brasil em Jacarepaguá no Rio de Janeiro, nesta corrida Greg Moore, era o primeiro e disputava com Alessandro Zanardi a liderança, até que com 25 voltas do final, ele deixou o italiano chupando o dedo ultrapassando de forma linda o alemão Arnd Mayer, que acabou sendo o seu escudo rumo a mais uma vitória. 





Greg Moore fazia o estilo bom moço, mas no cockpit da Forsythe ninguém o segurava. Depois de correr por duas temporadas 1993/94 na Indy Lights, finalmente ele conseguiu o titulo da categoria em 1995. Em 1996, quando chegou na F-Indy, estava com a moral em alta. Sua bagagem: campeão da Indy Lights marcando 242 pontos (102 a mais que o segundo colocado), sete vezes largou na póle e ganhou 10 das 12 etapas disputadas - recorde de vitórias na categoria. 





Greg era arrojado até demais no inicio de sua carreira na F-Indy. Estava sempre envolvido em algum acidente. E o mais sério aconteceu em 1996 nas 500 Milhas de Michigan, quando forçou uma ultrapassagem sobre Emerson Fittipaldi, tocou o Penske do piloto brasileiro, que foi de encontro ao muro do circuito oval. Por pouco Emerson não ficou paralitico, nunca mais voltou a correr e Greg Moore quase foi banido da F-Indy. Esse acidente mexeu com ele que acabou amadurecendo seu comportamento. Em 1997 foi o sétimo colocado, ao vencer a etapa de Milwaukee aos 22 anos, 01 mês e 10 dias, tornando-se o mais jovem vencedor de provas na F-Indy. No começo do ano de 1999, Greg era um forte candidato ao titulo, afinal tinha garra, determinação e muita coragem. Greg Moore, nascido em New Westminster, Canadá, no dia 22 de abril de 1975, faleceu no dia 31 de outubro de 1999. Tinha 24 anos.



Greg Moore em Fontana, Calif., 1999; antes do seu último GP




 "Quando sinto que tenho de arriscar, não penso nas consequências", costumava dizer Greg Moore.





Greg foi e ainda é considerado um ídolo por muitos na categoria por onde passou, por sua ousadia, determinação e talento.



22/04/1975 - 31/10/1999 


Dhí$&Ndb CINCO MINUTOS (Odontologia Estética)


são várias técnicas utilizadas pelo nosso dentista, ou seria “artista”?... trabalho que ele mesmo diz ser parecido com o do escultor... que, de movimento em movimento, produz uma obra de arte...





está comprovado que bom humor e otimismo faz bem à saúde... o sorriso combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita, principalmente quando os dentes são mais bonitos e saudáveis




muito obrigado pela visita!
gRANDe abraço!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Dhí$&Indústria Têxtil - SIDE WAY


o dom dele é administrar...       e, esta palavra é bem ampla atualmente! Porque envolve desde a sustentabilidade até a qualidade de vida dos funcionários:    maior qualidade de vida deles, melhor a produção! E sendo assim, maior a rentabilidade para o empreendimento



hoje a competição é global...  por isso a indústria brasileira tem que reagir... mostrar cores, formas e combinações... aquela história do “nosso talento”!   Diversificar os produtos pode ser uma boa estratégia para este segmento, mas, com o desafio de manter o conceito da marca...






muito obrigado pela visita!
gRANDe abraço!

Dhí$&Empreendimentos IMOBILIÁRIA ORG

visitamos uma tradicional imobiliária da zona norte da capital paulista! Pai, filho & Cia trabalham com alegria e, naturalmente, conquistam prosperidade. São essas mensagens que gostamos de mostrar pra vocês! de respeito e carinho aos mais velhos; de amor ao trabalho e da idéia de ser útil ao maior número de pessoas!





muito obrigado !
gRANDe abraço!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dhí&Negócios do bem - TEZARAK Comunicação e Mobilidade


uma empresa em Barueri, grande SP, se especializou num tipo de comunicação que abrange, a cada dia, mais pessoas...
pessoas que estão no ônibus, na escola, no parque, em casa, e... porque não, no trabalho! sabe como? pelo celular!!!






muito obrigado pela visita!
gRANDe abraço!

Amplie, ainda mais, a sua Marca, Nome ou Prestação de serviços!

Meditação: Se olhe com AMOR! Seja você, mesmo! Seja a LUZ da sua VIDA! C...

Gratidão pela visita! Inscreva-se no Canal e deixe o seu “Like”! manifeste a emoção escrevendo um comentário e compartilhe o vídeo com todos...